Depois de mil anos ela esta de volta, acharam que eu tinha esquecido?kkkkk... Aqui esta a primeira parte do segundo capitulo de Daten Shi, onde efetivamente a história começa com a atuação do personagem principal assim como o que eu tinha dito na sinopse.(clique aqui para reler).
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"Em ruas escuras"
“Milhões de anos se passaram, várias gerações nasceram e morreram, tudo havia mudado o mundo agora era outro, dominado pelos homens e suas tecnologias. Em pleno século XXI, na grande Tóquio Japão, é aqui que a grande história começa...”
-Hey Austin, sua família não vai brigar de você estar na rua até agora não?
-Presta atenção Kei, eu não ligo pra isso.
-Afinal onde você mora mesmo?-perguntou Kei.
- Ah... Eu moro no... Na rua... perto da... Vamos descer essa ladeira, parece ser legal. –desconversou Austin.
Eram cinco adolescentes de praticamente mesma idade andando sobre skates nas movimentadas ruas da capital do Japão; Austin, Kei, Yukki, Tohru e Maiko. Já era quase meia noite e eles haviam se reunido para comemorar o aniversário de Austin que seria no dia seguinte fazendo aquilo que mais gostavam.
-Yukki, tá vendo aquela cabine telefônica de vidro logo ali? Arremessa a pedra nela!-ordenou Austin.
O garoto abriu sua mochila ainda em cima do skate em movimento e pegou uma das várias pedras que havia dentro e arremessou com toda força contra a cabine, instantes depois se ouviu um alto som de vidro sendo estilhaçados. Os garotos aceleraram aos risos e gargalhadas:
-Austin, ouvi dizer que acabaram de pintar o muro da quadra norte, o que você da gente dar uma decorada no local?- Perguntou Tohru.
-Tá com a tinta spray ai?
-Claro!- todos riram.
Os garotos desviaram do caminho e entraram por um beco escuro em direção à quadra norte.
-Sabe pessoal, eu estou com um pouco de medo de fazer essas coisas. –disse Maiko.
-Por que cara? A policia nunca vai nos pegar. –rebateu Tohru.
-Não é da policia que eu tenho medo.
-Então é medo do que?
-Essa semana minha tia me disse que o que fazemos é errado e que mesmo se ninguém tentasse nos parar, Deus nos puniria por nossas más ações.
Eles acabavam de chegar à quadra norte quando Austin sai de seu skate e rindo respondeu:
-E você acredita naquela velha? Essa história de Deus e punição divina não passam de uma forma de colocar medo nas pessoas e dizer pra elas como devem agir... Deus assim como todas as historinhas que contam sobre ele não existe!-dizendo isso ele pegou da mochila de seu companheiro uma tinta spray preta e começou a pichar o muro da quadra-Não devemos ter medo de nada dessas coisas, afinal, não precisamos de um Deus...
O garoto deu três passos para trás revelando o que havia escrito com letras e em inglês no muro, a pequena frase “No God” (sem Deus), todos riram.
Faltavam apenas um minuto para o aniversario de quinze anos do líder daquela pequena gangue, o grupo já estava sentado envolta de uma fogueira que consumia lixo e outras coisas que encontravam no caminho dentro da quadra.
-Vamos fazer uma contagem regressiva?-sugeriu Tohru.
Todos acenaram que sim com a cabeça e ao faltar dez segundos para meia noite todos começaram a contar pausadamente como em um cronômetro:
- Dez...nove...oito...
Austin mal podia esperar para completar seus quinze anos, se achava novo demais para ter respeito de todos e achava que quanto mais velho fosse mais respeito teria.
-sete...seis...cinco...quatro
Porém, além dessa euforia ele sentia algo estranho, como se algo estivesse por vir, alguma coisa estava prestes a acontecer, um pressentimento ruim...
-três...dois...um -todos riram alto e bateram palma quando viram que outro dia já havia começado.
Um súbito calafrio subiu sobre o corpo do aniversariante, um sentimento estranho, uma aflição, como se toda a sua felicidade estivesse se esvaindo, de certa forma ele sentiu que algo se esvaiu dele... Assistia os risos e abraços apertados de seus amigos como se estivesse distante, parecia sozinho, desprotegido...
Aos poucos sem que ninguém percebesse foi se recuperando de seus delírios e pôde voltar a entender o que seus amigos falavam, porém não reconhecia quem dizia.
-Acho que já esta na hora pessoal dessa vez agente não pode ficar até tarde.
-Verdade cara, amanhã a gente se encontra.
-Parabéns Austin!
-Obri...obrigado...
O grupo foi se desfazendo até que ele ficou sozinho, não interessa o que acabara de acontecer, deve ter sido pressão baixa ou algo assim, deveria ir para casa e dormir...
Casa? Qual casa? O garoto morava em um orfanato e escondia isso de todas as formas possíveis de seus amigos, para eles Austin era só mais um adolescente rebelde que não ouvia seus pais e agia por sua própria vontade... Pais? Ele mesmo não sabia de onde viera e essa era a sua grande ambição, saber quem são seus pais e o que aconteceu; no orfanato onde morava ouvia uns que diziam que ele tinha sido encontrado nos braços de sua mãe morta, outros diziam que sua mãe o amaldiçoara e o abandonara, de qualquer forma não tinha nada que comprovasse nenhuma das duas histórias
-Vamos fazer uma contagem regressiva?-sugeriu Tohru.
Todos acenaram que sim com a cabeça e ao faltar dez segundos para meia noite todos começaram a contar pausadamente como em um cronômetro:
- Dez...nove...oito...
Austin mal podia esperar para completar seus quinze anos, se achava novo demais para ter respeito de todos e achava que quanto mais velho fosse mais respeito teria.
-sete...seis...cinco...quatro
Porém, além dessa euforia ele sentia algo estranho, como se algo estivesse por vir, alguma coisa estava prestes a acontecer, um pressentimento ruim...
-três...dois...um -todos riram alto e bateram palma quando viram que outro dia já havia começado.
Um súbito calafrio subiu sobre o corpo do aniversariante, um sentimento estranho, uma aflição, como se toda a sua felicidade estivesse se esvaindo, de certa forma ele sentiu que algo se esvaiu dele... Assistia os risos e abraços apertados de seus amigos como se estivesse distante, parecia sozinho, desprotegido...
Aos poucos sem que ninguém percebesse foi se recuperando de seus delírios e pôde voltar a entender o que seus amigos falavam, porém não reconhecia quem dizia.
-Acho que já esta na hora pessoal dessa vez agente não pode ficar até tarde.
-Verdade cara, amanhã a gente se encontra.
-Parabéns Austin!
-Obri...obrigado...
O grupo foi se desfazendo até que ele ficou sozinho, não interessa o que acabara de acontecer, deve ter sido pressão baixa ou algo assim, deveria ir para casa e dormir...
Casa? Qual casa? O garoto morava em um orfanato e escondia isso de todas as formas possíveis de seus amigos, para eles Austin era só mais um adolescente rebelde que não ouvia seus pais e agia por sua própria vontade... Pais? Ele mesmo não sabia de onde viera e essa era a sua grande ambição, saber quem são seus pais e o que aconteceu; no orfanato onde morava ouvia uns que diziam que ele tinha sido encontrado nos braços de sua mãe morta, outros diziam que sua mãe o amaldiçoara e o abandonara, de qualquer forma não tinha nada que comprovasse nenhuma das duas histórias
O garoto pegou seu skate e começou seu caminho para o orfanato, as ruas estavam todas escuras e estranhamente vazias se tratando de Tóquio.
Era verão, mas não sabia por que o clima estava ficando cada vez mais frio, o ar gélido tomava conta do corpo dele, cruzou os braços para se proteger sua respiração ofegante agora era visível como uma pequena onda de vapor branco.
Reiko Austin era um garoto bem atraente, não era alto, mas também não era baixo, tinha a pele clara um pouco bronzeada por causa do verão, seus cabelos eram negros escuros como aquela noite, suas mechas cobriam parcialmente seus olhos que se revelam azuis bem claros e vivos como se servissem para hipnotizar alguém, vestia-se sempre com vestes pretas que era sua cor favorita.
Achou insuportável continuar o trajeto de skate já que o frio era tanto que as janelas das casas e os vidros dos carros estacionados nas ruas estavam ficando embaçados com a névoa que já rondava o lugar, entrou na primeira avenida e desceu as escadas para o metrô.
Era verão, mas não sabia por que o clima estava ficando cada vez mais frio, o ar gélido tomava conta do corpo dele, cruzou os braços para se proteger sua respiração ofegante agora era visível como uma pequena onda de vapor branco.
Reiko Austin era um garoto bem atraente, não era alto, mas também não era baixo, tinha a pele clara um pouco bronzeada por causa do verão, seus cabelos eram negros escuros como aquela noite, suas mechas cobriam parcialmente seus olhos que se revelam azuis bem claros e vivos como se servissem para hipnotizar alguém, vestia-se sempre com vestes pretas que era sua cor favorita.
Achou insuportável continuar o trajeto de skate já que o frio era tanto que as janelas das casas e os vidros dos carros estacionados nas ruas estavam ficando embaçados com a névoa que já rondava o lugar, entrou na primeira avenida e desceu as escadas para o metrô.
A estação estava terrivelmente vazia e aquela monotonia assustava o garoto de certa forma, ainda assim sentia que não estava sozinho naquele local, o fato era que desde quando se despediu de seus amigos sentiu estar sendo observado, mas por quem?
Um estranho barulho ecoou da parte escura da estação, Austin deu um pulo e encarou o lugar, escutaram-se estranhos gemidos vindos dos trilhos e estava vindo cada vez mais rápido.
Seu estômago revirou, deu três passos para traz alguma coisa estava por vir e seja o que for não era coisa boa, segurou com força seu skate, naquele momento qualquer objeto serviria como arma.
De repente das sombras dos trilhos saíram criaturas horrendas, humanoides envoltos em capas negras voavam rodopiantes em direção a ele, seus gemidos agora eram ensurdecedores como gritos agudos e a medida com que se aproximavam os trilhos iam congelando.
Austin ficou perplexo e imobilizado, estava a sua frente cerca de vinte demônios bizarros, a frio aumentava, uma das criaturas o encarou de frente, a distancia era tão pouca que parecia que iria lhe beijar, o garoto pode ver a face da criatura, um horrível crânio apodrecido com olhos vermelhos, o odor oriundo daquela criatura embrulhava seu estômago sem duvidas estava cercado de demônios.
As pernas do garoto bambeavam, o medo o impedia de gritar e todo seu terror aumentara mais ainda quando viu o crânio mexer o maxilar e dele sair uma voz seca tenebrosa e morta:
-Príncipe enfim chegou a nossa hora...
Uma grande dose de adrenalina parecia que tinha sido injetada no garoto, seu coração batia tão forte que quase podia ouvi-lo, enfim mobilizou seu corpo, segurou firme seu skate e como em um jogo de beisebol acertou uma pancada na criatura tão forte que arremessou-a contra o muros da estação e partira seu skate em dois, todos os vinte demônios se viraram para ele que arremessou o que sobrou do skate em uma da criaturas e disparou em uma corrida na direção contrária.
O garoto agora era perseguido e não importa o quanto corresse parecia impossível, as criaturas monstruosas planavam sobre o ar e congelavam aos poucos tudo em sua volta.
Austin viu uma pequena flor num canteiro ao fim da escadaria do metro congelar ao seu lado, a visão monstruosa apareceu em seus ombros, uma mão podre magra e cheia de ossos longos o tocava mesmo correndo o terrível crânio se aproximava de seu rosto, o que era aquilo? Era um pesadelo? De onde vieram essas coisas? Será meu fim logo agora no meu aniversário?
Ele tombou no chão, estava cercado, sentia todas as mãos o tocando, sua visão foi escurecendo... todo o calor de seu corpo se esvaia... já não sentia mais nada...
Ecoaram então dois sons surdos, simultaneamente dois clarões derrubaram e dissolveram duas criaturas bem aos olhos de Austin... O som se repetiu várias vezes e o mesmo aconteceu o menino então percebeu se tratar de disparos de arma de fogo.
Mal seus sentidos voltaram quando um homem de preto o segurou pelo braço e o puxou em uma corrida louca enquanto disparava contra as criaturas:
-Você está bem Austin?-disse o homem.
-C...como sabe... meu nome?
-Te vigio desde que nasceu garoto, estávamos esperando por esse dia.
-Quem é você?
-A pergunta certa é quem é você! Você sabe quem você é? Sabe sua origem?
-Origem?
-Não temos tempo agora, mas eu sei tudo sobre você.
-Você sabe quem são meus pais?
-Digamos que eu conheço seu pai, todos o conhecem.
-Quem? -perguntou Austin seriamente.
-Lúcifer...
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Bom galera por hoje é só, espero que tenham gostado, muita coisa ainda esta por vir basta ter paciência.
Já estou com a próxima parte na cabeça...
Muito Obrigado!


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Olha só, finalmente ele atualizou -q Trezentos anos depois o Ouma Shu atualiza a fanfic hdsfakfjh
ResponderExcluirFicou legal o capítulo, gostei!
Só uma ideia, Ouma: tente ser menos direto quanto aos capítulos, mais mistério seria algo interessante!
Digamos que o suspense e mistério que eu quero nessa história esta por vim por enquanto é só mais uma peça no quebra cabeça...
ExcluirDaten Shi *¬*
ResponderExcluirVocê me realizou hoje, estava pensando nesta fanfic, eu te amo por isso Ouma *----*
Concordo com a Nyu, mistério no ar -q
Mas gostei muito do capítulo de hoje, você parou na melhor parte -qq
Genty...*---* Olha só quem atualizou a fic kkkkkkkkk >3< Eu Amei! 0/ Ficou ótimo Ouma-chii Parabéns!! Continue assim! *0*/
ResponderExcluirKiss♥