
Hallo Kinder! Wie geht's? Chegay! Só para avisar, essa postagem vai sair meio ou bem extensa, então prepare seus globos oculares!
Asghgdfghs Eu não esqueci, hoje é aniversário do nosso postador aqui do blog, o Unicórnio Adorável, o Cavaleiro Voador que eu ainda tenho dúvidas se voa ou não, ou simplesmente o Diego. Feliz aniversário pra tu, criatura! Répi bãrtchidei tchu iu tanananana! Então, logo logo o seu presente estará chegando, após passar por raxacoricofallapatorius e atravessar os caminhos místicos e desconhecidos de um local esquecido, onde a Internet discada e os disquetes são novidade, o Acre, logo depois os ataques de animais amazonenses. Depois disso o presente voará com o Aladim pelo deserto do Tocantinense, passando da baixada da égua e encarando uma luta de espadas com o samurai que guarda as colinas das Colinas do Tocantins.
O presente chegou ao seu destino. A cura para dieganíase chegará em segurança até a sua casa.
~Patrocínio: Aurélio, aquele dicionário ~
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| wtf |
Agora, ladies and gentleman, é hora de Scarlet Project!! Yaay, finalmente consegui terminar esse capítulo c: Era para eu ter postado ontem, mas agora só posso ficar até as onze horas no computador e tenho que ir dormir, inventaram toque de recolher pra mim nessa casa ¬¬
Mas enfim, acho que agora consegui escrever um capítulo grande. Esse deu bastante trabalho, fiz ele inteirinho no word e deu três páginas inteiras mais um pedacinho de uma quarta página. Então, aproveitem!
Seguíamos pelo corredor mal iluminado, até chegarmos à uma
porta comum, onde do outro lado, encontravam-se escadas com aparência
abandonada e que desciam de forma espiral. Eu lembrava de tudo aquilo, o
caminho para o centro de pesquisas da Obshchestvo e
também local onde haviam salas onde podia-se encontrar armamentos.
Descemos a longa escadaria
espiral e logo estávamos a frente de uma enorme porta reforçada, feita de
metal, parecia ter sido trocada a pouco tempo.
-Mudamos para uma porta mais
resistente. Descobrimos que aquela não suportava sequer uma granada, após a uma
explosão acidental causada por um iniciante.- Falou Viktor, rindo enquanto
Nastya digitava uma senha que parecia ser infinita. Mas como assim, alguém
explode uma granada acidentalmente? Isso acontece? Eu não entendo como isso
aconteceu.
-Pronto.- Nastya olhou para
nós e entramos agora em mais um extenso corredor, só que agora este era
metálico e bem iluminado, haviam feito algumas reformas naquele local.
Podiam ser vistas também
algumas salas nas laterais, onde encontravam-se algumas pessoas trabalhando com
diversas coisas.
Chegamos à mais uma porta
metálica,onde Nastya digitou mais uma senha também bastante extensa. Logo essa
porta abriu, exibindo um ambiente que possuía iluminação baixa e era todo
revestido de azul escuro. Haviam portas de cor branca em cada lado de nós.
-Ivanovich, mudamos bastante
o centro de pesquisas. Essa sala a seguir foi feita de forma especial. Precisamos
de cuidados especiais. Apenas entre em qualquer uma das portas para receber a
descontaminação e os trajes específicos.- Nastya falou em tom sério, entrando
em uma das portas e Viktor dirigia-se à porta ao lado. Me apressei e entrei por
uma delas, que deslizava ao mínimo toque. A porta fechou-se atrás de mim e eu
me deparei com um espaço de tamanho razoável. “Por favor, posicione-se abaixo da ‘ducha’ de descontaminação.”-
Uma voz feminina um pouco robótica soou e eu realizei o que a mesma havia dito.
“Descontaminação interior iniciando.”-Logo
essa tal ducha começou a funcionar e a água, provavelmente misturada com algum
agente químico descontaminante começou a cair sobre mim. Pouco tempo depois, um
vento simplesmente forte começou a soprar, para secar-me. “Por favor, vista-se com as roupas
adequadas”- Um pequeno compartimento de vidro localizado no canto esquerdo
abriu-se, mostrando roupas brancas e uma máscara. Eram como roupas de
isolamento comum, então por isso coloquei-as por cima das roupas negras que
estava.
Saí daquele espaço e encontrei
Viktor me esperando e Nastya praticamente moendo aquela espécie de “telefone”
que havia para abrirem a porta para nós.
- Puta que pariu!Não dá para abrir essa
porta?!- Falava em um tom alto. Eu estava quase rindo daquela situação, a
“paciência” e a “tranquilidade” de Nastya sempre foram coisas bem conhecidas na
nossa Organização. Ela não havia mudado nada.
Ignorando o atentado contra o
“telefone” de Nastya, dirigi uma
pergunta a Viktor.
-Então, como ocorreram todas
essas reformas aqui?- Ele me olhou e começou a falar:
-Boa parte dessa tecnologia
foi conquistada em um laboratório que foi abandonado sem motivo aparente e
estava localizado em uma pequena cidade em ruínas. Conseguimos também um T-50
em uma base que encontramos ocupada, a alguns quilômetros desse laboratório.-
Fiquei surpresa com as conquistas alcançadas pela nossa Organização. Haviam
crescido suficientemente bem. –As outras
bases da Organização também estão tendo bastante sucesso, principalmente
o pessoal de Linz.- Continuou. – Nossa, isso é realmente algo muito bo...- Fui
interrompida pelo som da porta de vidro abrindo.
-Finalmente! Você acha que
podemos ficar uma vida inteira esperando você abrir essa porta?- Nastya entrou
por primeiro, fazendo aquele clássico escândalo. Ela odiava esperar. Logo pude
visualizar uma garota, também trajada com essas roupas especiais e só conseguia
ver seus olhos, que eram azuis.
-Olá, do que precisam, Viktor
e Nastya?- Perguntou, sem pouco se importar com o quanto Nastya encontrava-se
nervosa.
-Encontraram a Capitã Ivanovich,
ou seja, essa pessoa aqui.- Nastya apontou para mim.- Ela era aquele “Projeto
13” que escapou há três dias daquele laboratório.- Vi aquela garota paralisar
no mesmo momento em que Nastya pronunciou “Projeto 13”.
-Ivanovich! Você permite uma
análise?- Perguntou-me em tom surpreso, olhando-me com os orbes arregalados. –
Sim, permito.- Falei em tom sério, assentindo. Eu estava curiosa sobre mim
mesma, então, permiti uma análise, pois aquilo poderia sanar minhas dúvidas.
–Então, por favor, peço para que sente-se ali e erga a manga da roupa e estarei
recolhendo as amostras.
Fiz como aquela jovem havia
pedido, sentei-me em uma cadeira que encontrava-se próxima a uma mesa com
alguns papéis e com certa dificuldade
consegui erguer a manga daquela roupa, era bastante reforçada.
Logo a jovem chegou com uma
seringa de um tamanho razoavelmente grande, se eu não estivesse acostumada com
seringas tenho certeza que estaria morrendo de medo e estaria prestes a me
tornar maratonista profissional em um segundo.
-Está pronta, Capitã?-
Perguntou e eu assenti de forma segura. A jovem passou aquele típico álcool no
algodão em minha pele e colocou uma espécie de borracha em volta de meu braço
para que as veias se tornassem visíveis e de forma ágil inseriu a agulha em meu
braço, que também era maior do que as convencionais. Aquela agulha era incomoda
e provocava uma dor extremamente forte. Eu já estava habituada a isso, pois já
presenciei tal dor algumas vezes naquele laboratório e coisas bem piores do que
essa agulhada. Minha cabeça girava com aquela dor infernal e pude visualizar
meu próprio sangue: Era ciano com alguns tons violetas. Eu realmente havia
mudado muito após ter sido capturada por aqueles desgraçados.
Rapidamente três amostras
sanguíneas foram retiradas e um curativo foi colocado sobre o local.
-Agora, deixarei essas
amostras armazenadas até que vocês possam levar para a análise na Nova São
Petersburgo. As equipes de segurança disponíveis estão em serviço. – A jovem
falou. Isso continuava a mesma coisa, qualquer análise médica era levada
ilegalmente para as cidades subterrâneas, onde havia tecnologia para análises.
Todos nós agradecemos e fomos
em direção a saída, retirando aqueles trajes incômodos.
-Ivanovich?- Ouvi Viktor me
chamando, estava a alguns passos atrás de mim e de Nastya. –O que foi, Viktor?-
Respondi olhando para ele. – Eu, Akira, Jun e Marshall iremos à uma base
abandonada há um mês para tentar encontrar algo que possa ser de utilidade.
Quer vir conosco?- Não pensei duas vezes. Aquilo era uma missão. Uma missão
clássica. Óbvio que eu aceitaria tal convite. Eu estava voltando para o meu
lugar, meu sorriso ia de orelha a orelha. –Claro que sim!- Aceitei, dando um
tapão nas costas de Viktor. Foi possível ouvir as costas do ruivo fazendo
barulho.
-Fora a aparência, você
continua a mesma, Scarlet!- Nastya dirigiu-se a mim, sorrindo de forma
divertida do que eu fiz para o rapaz que também considerava quase um irmão.
Subimos as longas escadas
desenhadas em espiral e trancamos aquela porta, indo em direção ao salão onde
aquele pessoal muito animado conversava, comia e bebia.
-Ei, Nastya! Nastya! Por onde
andou?!- Um rapaz baixinho que deveria ter pelo menos um e sessenta de altura e
de cabelos castanhos claros veio andando em nossa direção.
-Ahh, Le Roux! Desculpas, eu
estava com a Capitã Ivanovich!- Exclamou Nastya animadamente, apontando para
mim.
-Capitã Ivanovich? Olá! Eu
sou Jean Le Roux e sou aprendiz da Nastya, ela me falou muito de você e sobre o
seu desaparecimento.- Apresentou-se o rapaz, curvando-se levemente. –Olá, Le
Roux, prazer em te conhecer.- Sorri.
-Precisamos ir, Ivanovich,
depois poderemos conversar mais, estamos com o conserto atrasado de um jipe.-
Nastya se despediu e o garoto fez o mesmo depois, logo os dois se distanciaram.
Eu e Viktor fomos até uma
mesa onde estavam Jun e Akira, conversando. Akira estava muito vermelho e Jun
com um sorriso no mínimo estranho, na verdade, os dois estavam estranhos.
-JUN!- O pequeno falou em tom
alto, sequer haviam reparado nossa presença ali.-A-aqui não!- Aqui não o que?
Eu estava com todas as letras achando aquela situação estranha. Na verdade, um
clima de estranheza voava sobre aquela mesa.
-Aqui não?- Ouvi Viktor
perguntar, e os dois se viraram rapidamente e nos olharam com uma cara de
espantados, parecia que tinham visto um fantasma.
-N-nada não, Viktor.- Akira
respondeu de forma inaudível, encarando um copo que estava a sua frente. –Bem,
não importa. Onde está o Marshall?- Viktor perguntou. Eu queria saber quem era
esse Marshall.
-Ele disse que já volta, foi
pegar o seu machado.- Jun respondeu, apoiando uma das mãos no queixo.
-Quem é Marshall?- Perguntei,
e logo Akira mudou de postura e começou a falar:
-James Marshall ou o Inglês
do Machado. Ele é uma das pessoas daqui que é quase uma lenda. Ele e seus
companheiros foram encarregados de invadir uma central de uma Cidade
Subterrânea na França, onde mantinham reféns, três deles eram da Obshchestvo e
um deles ingressou depois, o Jean Le Roux. Seus dois companheiros foram
assassinados e apenas ele restou para o resgate. Marshall estava sem carga
alguma para sua arma. O que ele fez? Matou vários homens armados com seu
machado e conseguiu salvar todos os reféns daquele local. Ele saiu bastante
ferido, levou sete tiros. Fazem cinco meses desde o acontecido.- Fiquei boquiaberta
com a história desse cara. Matar pessoas armadas com um machado frente a frente
é algo quase inacreditável. Ele parecia ser um soldado muito bom, me
impressionou bastante.
-Olá!- Um rapaz de cabelos
negros, branquelo, com roupas danificadas, razoavelmente alto e com uma
cicatriz no rosto apareceu, segurando um machado. Aquele era Marshall.
-Capitã Ivanovich, é uma
honra vê-la. Seja bem-vinda.- Se inclinou e beijou minha mão. Isso foi
realmente estranho para mim, nunca tinham feito algo assim comigo. – Por favor,
Marshall. Uma honra será estar presente em uma missão com um alguém como você.-
Respondi da mesma forma educada dele de falar.
-Então, vamos logo para essa
missão!- Exclamou Jun, levantando-se. Viktor, Akira e eu fizemos o mesmo.
Deixamos aquele salão e fomos
caminhando até o extenso corredor que levava até a porta principal. Viktor
abriu a porta e suas infinitas trancas e fomos indo em direção a uma missão.
Era ótimo ver o mundo além
das paredes brancas e iluminadas daquele laboratório no qual permaneci por
tanto tempo. Era melhor ainda estar em uma missão novamente. Tudo era
maravilhoso, apesar dos tempos negros que se passavam não só na Rússia, e sim
no mundo inteiro. Tudo havia se tornado ruínas após a terceira guerra. Era a prova
de que nunca há ganhadores em uma guerra.
Eu me sentia livre novamente,
não era mais a cobaia daquele depósito humano. Eu era eu novamente, eu me
sentia forte como sempre fui e feliz novamente. Agora rumávamos para uma missão
que com todas as letras seria fantástica.
-Scarlet Project-
Scarlet tem literalmente um sangue azul huehue :v Então o que acharam desse capítulo?
Esse deu um trabalho do cão para fazer, porque eu tenho mania de adicionar coisas extras nas minhas fanfics, aí eu tenho que reescrever pra ficar lógico.
O Marshall tem esse sobrenome porque ontem eu assisti Ironclad e então, como o Inglês do Machado não tinha sobrenome, eu coloquei o sobrenome do Thomas Marshall, o templário divo. Aí ficou o James Marshall O.o
T-50 é um caça desenvolvido para a força aérea russa (foto). -Gosto muito desse caça O.o-
Eu dei uma viajada do baralho para escrever esse capítulo kkk' (explosão acidental de granada, sangue azul, roubar um T-50, laboratório secreto no prédio da organização).
Aiiiiiiiiiii que eu penso cada coisa para escrever. OMG SO SUGGESTIVE! ~Hum~ cof cof cof cof, agora, conclusions about the "suggestive" thing.




Já é o quarto post que eu leio sobre o niver do novo voador o/
ResponderExcluir~Patrocínio: Aurélio, aquele dicionário ~ Tô rachando aqui kkkkkkkkkkkkkk
OMG ESSE CAP TÁ MAIOR QUE O OUTRO TT^TT
Ai eu amei demais *-----------------*
Ai faz o próximo *--------------------*
Sangue azul? Tinha uma piada pior aí? kkkkkkkkkkkkkk
Esse patrocínio foi importante para achar a cura da dieganíase kkkkkkkkkkkk
ExcluirEU VOU AUMENTAR MAIS AINDA MEUS CAPÍTULOS. HA. *¬* ahuheuh
Que bom que gostou, Hari ^^ Logo logo estarei fazendo e publicando o terceiro capítulo *-------------*
Depois que fui me ligar do "sangue azul" fiz aquela piada estilo a praça é nossa kkkkkkkkkkkkkkkkk
kkkkkkkkk, obrigado nyu kkk, coitado da empresa que entregou meu presente
ResponderExcluirklkkkkkkkkkkkkkk. Abraço.
kkkkkkkkkk de nada o/
ExcluirO pessoal da entrega são meus serviçais ahuehuahuh :v
Patrocínio: Aurélio, aquele dicionário auhsauhsauashsauhsa!!!!! a Cura pra dieganíase finalmente! o/ kkkkkkkkk!!! nossa é um longo caminho até o presente chegar na casa do Diego!! kkkkkkkkkk!!! o sangue da Scarlet é azul?!!! ahuhsauhasusah!!! adorei o capitulo! ^^
ResponderExcluirAhueashuehau a cura da dieganíase é um avanço na medicina kkkk
ExcluirSim, o sangue dela é azul ^^ Na verdade é ciano com violeta.
Que bom que gostou, Vitoria ^^