Hallo kinder! Chegay~ Olhem só, um capítulo seguido do outro, o que acham, kinder?
Aconteceu o seguinte: Esse capítulo está pronto há algum tempo (muito tempo) e eu dei uma melhorada nele ontem, o resultado foi que eu nem consegui dormir direito, de tão doida que eu estava para postar ele. Então isso justifica essa atualização já no dia seguinte ^^ Esse e o primeiro capítulo são de longe os que eu mais gostei de estar escrevendo.
Então, aproveitem e boa leitura.
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| A MÃO. OLHA A MÃO DIVANDO DE NOVO. ♥ |
Já estávamos andando pela cidade há umas três horas, finalmente havíamos chegado a uma base abandonada pelos militares da cidade subterrânea de São Petersburgo. Segundo Marshall, eles haviam abandonado o local há mais ou menos três semanas e já era considerado seguro entrar. Eles faziam essas tais bases para receber alguns carregamentos vindos de outras cidades e depois só abandonavam, apenas levando as armas, mas de vez em quando, ainda encontrávamos alguns projéteis e armas de porte pequeno que eles esqueciam. Não era de importância esquecer algo assim para eles, pois o que achávamos nem se comparava com o verdadeiro arsenal que tinham.
Chegamos a uma porta que parecia bem pesada, estava com alguns cadeados trancando-a.
-Posso fazer as honras?- Perguntei. Se tinha algo que eu amava fazer era arrombar portas.
Marshall tirou do "cinto" que cruzava suas costas aquele machado com um cabo de madeira com coisas talhadas nele e me parecia ser uma boa arma. -Senhorita.- Entregou-o a mim.
Segurei firme e comecei a golpear os cadeados e correntes que eram reforçados como aquela porta. Era ótimo fazer uso da minha força. Golpeava aquelas malditas correntes com uma violência incrível, até que cederam. Agora aquela porta estava aberta.
-Pessoal, essa porta é reforçada demais, então todos precisamos chutá-la.- Falou Viktor. Entreguei o machado de volta para Marshall e todos nós nos posicionamos um ao lado do outro. -No três!- Jun falou em tom alto e começou a contar. Quando foi dado o sinal, nós cinco chutamos a porta e ela abriu sem qualquer esforço.
Jun e Akira entraram no local antes de todos e a primeira coisa que ouvi foi um imenso barulho de algo como metal caindo.
-Merda, tá muito escuro!Acho que derrubei uma mesa!- Ouvi Jun reclamando. -Acende a lanterna então, Jun! Não fica fazendo barulho!- Akira chamou a atenção de Jun e logo dois feixes de luz foram acesos, as lanternas colocadas nas armas que todos nós tínhamos.
Logo depois dos dois, eu, Viktor e Marshall entramos. Pude ver que aquele lugar estava realmente cheio de obstáculos, como por exemplo, a mesa de metal que foi derrubada por Jun. Haviam papéis largados por todas as partes e outras coisas. Nem parecia que o local estava abandonado há três semanas.
-Cada um pega uma sala. Peguem tudo o que for útil.- Marshall deu uma espécie de ordem.
Escolhi a porta que encontrava-se a minha esquerda e dei um chute espetacular na porta, fazendo-a abrir.
Aquela sala tinha várias mesas, muito semelhantes a um escritório, que me lembrava os de alguns anos atrás, tirando a parte em que toda a arquitetura era digna de um filme de ficção científica da minha época.
Comecei a vasculhar a primeira mesa e encontrei um personal screen, que era uma espécie de "tela" de tamanho razoável e incrivelmente fina. Funcionava como um computador. Peguei-a, pois poderiam haver coisas importantes. Fui fuçando as mesas e lendo cada papel que estava nas paredes, não havia nada importante neles. Nas quatro primeiras mesas que vasculhei, não encontrei nada de importante, não havia nada além de papéis, papéis e canetas.
Já havia se passado algum tempo desde que entramos naquele local, continuava vasculhando a mesma sala, quando ouvi um grito desesperado pedindo por socorro, ele vinha de fora da sala, um pouco distante.
Saí correndo como louca e saltei pelas escadas da base que era num edifício abandonado. Vi de longe um homem com roupas brancas. Eu lembrava daquelas malditas roupas. Alguns homens daquele laboratório em que fiquei usavam tais vestes. Ele apontava sua arma em minha direção. Como no dia em que fugi daquele depósito. Na primeira reação eu mexi meu braço para tentar utilizar aquela matéria azul. Fiz isso rapidamente e aquilo se moldou na mesma forma em que meu braço e fez o movimento do mesmo, cortando aquele homem e respingando sangue em mim. Saí correndo como se nada tivesse acontecido, pisando no sangue daquele homem, sujando minhas botas.
Encontrei Jun, Viktor e Marshall, todos correndo pelo extenso corredor.
-VAMOS LOGO! AKIRA FOI PEGO!- Viktor gritava e todos nós perseguíamos o som dos passos mais a frente. Logo pudemos ver a luz do lado de fora e corremos como se não houvesse amanhã, pois não vimos Akira nem ninguém, mas ele havia sido levado naquela direção.
Saímos daquele local abandonado e já era tarde demais: haviam o colocado num jipe branco e que ia em alta velocidade. Não podíamos fazer nada naquele momento e para ajudar mais um pouco, estávamos em desvantagem na questão de armamento.
Numa tentativa corri até o meio da rua e fiz um movimento brusco com o braço, aquela energia azul saiu na mesma direção de meu braço, mas não consegui manter, perdi força e caí de joelhos no chão.
Viktor e Marshall me olhavam com expressão surpresa. -Ivanovich...-
Olhei para Jun e ele estava sentado no meio fio, abraçado aos joelhos, aos prantos. Fazia muito tempo que não via alguém chorar daquela forma. Eu estava determinada a salvá-lo, principalmente pelo fato de que quem o sequestrou eram homens daquele laboratório.
~Jun~
Eu chorava descontroladamente. Eu não costumava ser tão emotivo, mas dessa vez o ódio e a tristeza tomaram conta de mim. Sentia ódio por ele ter sido levado e eu não consegui alcançá-lo. Tristeza por tudo o que houve naquele momento. Também sentia-me preocupado. E tudo isso resultaram em lágrimas sofridas. Aquilo tudo foi como uma facada em mim, machucava e doía.
O meu pequeno. Como ele ficaria agora?
Começava a lembrar das vezes em que o salvei.
Das vezes em que corri para o hospital quando ele costumava ter crises de asma.
Das vezes em que roubei remédios que eram caros para o seu tratamento e nenhum de nós dois tínhamos dinheiro para pagar.
Das vezes em que evitei que ele cometesse suicídio. Akira era alguém muito triste e se via como um empecilho e achava que se cometesse tal ato, seria melhor para todos. Ele achava que não faria falta.
Salvei ele todas essas vezes e salvaria ele novamente. Agora ele era a pessoa mais radiante do mundo e sempre iluminava meus dias. Eu não queria perdê-lo. Eu seria a mesma porcaria que sempre fui se não tivesse o conhecido. Jamais teria saído para ver o mundo além daquela cidade subterrânea. Não me arrependo de termos sido condenados à viver fora de Nova Berna por causa dos remédios para asma dos quais descobriram que eu roubei para que ele tivesse um tratamento adequado. Eram essas coisas que me motivavam mais ainda para salvá-lo. Aki era especial.
Estava preocupado.
Eu torcia para que o beijo no salão da organização jamais fosse o último.
Eu mataria quantos fossem para salvá-lo.
Eu morreria para salvá-lo.
Eu salvaria Aki.
Eu faria isso, não importando o preço que isso teria.
Custe o que custar, irei atrás dele.
Akira era a pessoa mais linda de todas as maneiras possíveis. O pequeno sempre iluminava os corredores do colégio, na época em que ainda estávamos no ensino médio. Me deixava feliz.
Amava o sorriso dele.
Amava acordar pela manhã e vê-lo ainda adormecido.
Amava o jeito de como ele ficava puto quando eu o beijava em público.
Amava aquele jeito tímido que ele demonstrava algumas vezes.
Amava como ele ficava nervosinho quando eu fazia algo errado.
Amava ver ele corado e fazendo expressões envergonhadas quando tínhamos nossos "momentos".
Eu amava Akira.
FLASHBACK
Procurava Alexander por todos os lugares daquele prédio abandonado, procurava freneticamente por ele.
Abri a porta que levava ao terraço do prédio e encontrei pendendo na beirada do mesmo. De novo não, ele não poderia estar pensando nisso de novo.
Corri em direção ao pequeno e puxei-o de lá, abraçando-o forte. Eu não ia permitir que ele fizesse aquilo, jamais.
-Por que insiste em me impedir, Christer?- Perguntou, num tom meio choroso.-Você sabe, Christer, a culpa foi minha de novo, eu s-sou uma tralha na vida das pessoas, olha o que eu fiz com você.- Continuou e desandou a chorar. -Sua vida seria melhor sem mim.- Terminou, entre soluços.
-ALEXANDER! Não fale algo assim, desse jeito você me deixa mal. Minha vida não seria melhor sem você!-Chamei sua atenção, vendo várias lágrimas escorrerem pelo rosto bonito de Alexander.
-Se n-não tivesse roubado os remédios, você poderia ter a sua vida lá na cidade. Eu criei problemas para você. E-eu só causei problemas e não quero fazer isso de novo.- Fiquei surpreso com suas palavras. Ele nunca causou problemas para mim. Se os outros achavam que ele só causava problemas, acho que não enxergavam direito. Essas pessoas deixaram o meu pequeno nesse estado.
-Alexander, não é assim. Nunca te vi como alguém que causasse apenas problemas, nunca te vi como um problema. Não me importo de termos sido jogados para fora da cidade, o que importa é que você está bem. O tratamento foi um sucesso. Você nunca será um problema para mim. Sabe por que, Alexander?
-P-porque?- Perguntou de forma quase inaudível, em meio a soluços.
-Porque eu te amo, Alexander.- Por um pequeno instante vi seus olhos ficarem arregalados e num gesto rápido, tomei seus lábios, num beijo que foi retribuído pelo pequeno. Aquilo me surpreendera. Achei que ele se assustaria, mas não. Ele simplesmente deixou. Alexander beijava-me com rapidez e necessidade e eu acompanhava seu ritmo.
Só parei de beijá-lo quando precisávamos respirar. Então olhei para ele, que me encarava, vermelho.
-Christer eu...- Começou a chorar novamente e me abraçou. -Christer, você é corajoso.- Abriu um sorriso mínimo. -Corajoso?- Perguntei. -Eu nunca conseguiria falar isso para você pois tinha medo.- Mais lágrimas contornavam seu rosto. - Você quer viver com o problema ao seu lado?- Perguntou entre soluços.
-Já disse Alexander. Você não é um problema para mim. Dane-se o que qualquer outro fala de você, eu nunca conseguirei ver você dessa forma.- Levantei e encaixei minha mão na do pequeno, que agora separava o abraço. Podia ver as faixas enroladas desde o pulso até uma parte do braço. -Alexander, prometa para mim que não vai mais fazer essas coisas, você nunca será um problema. Eu quero te fazer feliz, quero que você seja feliz.- Alexander apertou minha mão com força. -Eu...Eu prometo, Christer. Mas prometa para mim que nunca vai me deixar sozinho, eu tenho medo disso.- Falou,ainda chorando. - Eu prometo Alexander. Eu jamais faria isso com você, pequeno.- Terminei minha frase e deixei um beijo em sua testa. -Eu te amo, Christer.- Ouvi o meu pequeno sussurar.
FLASHBACK
Sequei as lágrimas, chorar não serviria para nada. Eu estava determinado a salvar o meu pequeno. Era meu dever deixá-lo protegido. Eu o salvaria não importava quantas vezes. Me levantei, de cabeça baixa e falei em um tom sério:
-Vamos salvar Akira.
-Scarlet Project-
YAAAAAAAAAAAAAAOI MOTHAFUCKAS! Por essas vocês não esperavam! ~Ai meldels essa narrativa do Jun ficou tipo fofinha, EU NUNCA CONSIGO ESCREVER FOFURAS!~ Me superei!
Então, aposto que há leitores fantasmas aqui então por favor, não quero ninguém me enchendo o saco por causa do yaoi. Isso sempre esteve programado na fanfic. Segundo item: fujoshis acalmem os narizes, Tia Nyu não vai fazer limonada. (nem tem a ver né, ficaria estranho com todas as letras).
Eu cortei a parte do beijo porque tenho dedos com vida própria para escrever yaoi, então, não me matem.
Alexander e Christer são os nomes reais do Jun e do Akira, eles têm codinomes na organização, como a maioria na organização, embora alguns usem só o sobrenome, como o Marshall e a Ivanovich. A Nastya se chama Nastya porque em russo é o apelido para Anastasia. O Viktor ainda não tem codinome pronto por enquanto. (Pronto, expliquei qual é a dos sobrenomes. E o Jun e o Aki são suecos).
E VAI TER UM RESGATE DA HORA~ Vai começar a pegar fogo essa joça de fanfic~ (não levem o fogo no sentido dos limões e limoeiros)
ENTENDERAM A MÃO AGORA? Ha. Eu sou foda, manjo dos mistérios!
É só isso mesmo, kinder. Não se preocupem que a fic não vai ter uma montanha de yaoi, ok?
Até amanhã, aguardo reviews pra saber se o yaoi super kawaii ficou bom. (eu não estou acostumada a escrever fofuras, a maioria é angst,angst,angst e PERA AE, ISSO É UM UKE MASOQUISTA?)
E o Aki é uke pq sim.
Beleza,agora eu tô indo,senão as notas finais vão ficar maiores do que esse capítulo da fic. Tchau seus lindos!
~Desobedeci o toque de recolher em oito minutos~ muahahahahah :3



Eu te amo Nyu TT^TT Eu te amo Nyu TT^TT Eu te amo Nyu TT^TT Eu te amo Nyu TT^TT Eu te amo Nyu TT^TT Eu te amo Nyu TT^TT
ResponderExcluirAhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!!!
Jun seu fofo *--------------------*
Eu te amo Nyu TT^TT
Eu sabia que ele era uke, sabe porque? Jujoshi tem um belo olho pra descobri um uke ha quilômetros u.u
Peraí... Tô Loadingando...
Aki-chan meu amooooooooooor
Eu te amo Nyu TT^TT
Ahuehauehuehauehau
ExcluirO Jun foi feito com a ideia de seme fofo e deu certo :v ele é fofoooooooooo kyaaaaaa
Esses poderes especiais de fujoshi nunca falham T^T Uke nervosinho detectado!
Mds Hari, quanto amor por mim O.o kkkkkk'
2bjs, xerosa ^^
kKkkkkkk, estava demorando ate muito para isso acontecer kkk.
ExcluirQuando a pessoa e fujoshi desde que se entende por gente, acontece isso que acabamos de ler kkkkkkkkkkk. Gostei, n ficou ruim n...
Quero o próximo.
Nyu Domingo eu vou customizar um lay que a ani-chan fez e eu achei que ficou bem legal, qualquer coisa sé der certo eu envio o link para você ver.
A enrolação é essencial nesse tipo de fanfic kkkkk' Eu não perdi a chance de colocar um yaoi em Scarlet Project, seila, Aki e Jun nasceram para se casar :v
ExcluirQue bom que gostou ^^ Fico feliz!!
Ok, pode mandar se der certo. E ah, estou fazendo o primeiro layout de 2014 para o blog,logo logo estarei mandando o link.
2bjs, xeroso ^^
Huahuahua!!! lá no fundo,beeeeem lá no fundo da minha mente eu "SABIA" que ia ter Yaoi na fic! o.O (Tipo, é quase impossível uma fic da TIA NYU não ter Yaoi né?! u.u).
ResponderExcluiruahsauhsausahuas!! Adorei ^^......+ o Akira é meu!!!!!!!!!!! jun me devolveeeeeeeee!!!!!!! Ò.Ó
Eu achei o jun fofo! (+ o Akira é MEEEEEEUUUUUUU!!!!!Ò---Ó)...
Já era meio desconfiável que haveria algum yaoi nessa fanfic, eu não ia perder a chance de colocar yaoi em Scarlet Project *¬*
Excluirashuahuheushuah que bom que gostou,yaaay!
O Akira é seu? Acho que o Jun não aprova essa ideia kkkkkkkkkkk'
O Jun é um poço de fofuraaaaa, enquanto eu escrevia a narrativa dele choviam poodles e purpurina aqui em casa com alguns caramelos (wtf) *---*
2bjs, xerosa ^^