Eai pessoal! Cá estou eu de novo lhes trazendo mais um capitulo da minha nova fic na qual eu estou muito empolgado em escrever e dessa vez esta saindo no dia certo. EHHHHH!!! Sim, na quinta feira. Então eu vou lançar o próximo só semana que vem, o que pode acabar deixando alguns leitores irritados(vocês vão entender), então clica em Leia Mais ai e boa leitura.
Sobre o Altar de Pedra.
-Não acredito que mobilizaram tanta gente nessa busca.
-É a filha de um lorde, o que esperava?
-Sim, mas é só um cadáver agora. Enviar todos nós para subir essas colinas malditas?
-Não ligo para o terreno que eu tenha que caminhar, só sigo ordens.
-Sei, mas o pessoal daqui tem algumas histórias estranhas sobre esse lugar.
-Todos nós sabemos que os deuses dormem do outro lado, não é só o povo de Tebas.
-Sim, mas eles também dizem que é impossível atravessar essas montanhas, e que o homem que conseguir estará amaldiçoado para sempre.
A voz firme e poderosa de Varsian ecoou sobre eles.
-Vocês ai atrás, Kron, Haroldo! Parem de conversar e cavalguem depressa!
Sor Varsian foi ordenado pelo pai para que liderasse as tropas de busca que foram enviadas, no total eram mil homens. Seu pai dissera-lhe que precisariam de muito guerreiros para cobrir uma área tão extensa e temia que a maldição dos deuses caísse sobre ele, já Varsian, não acreditava em deuses ou magia, tudo que via era pedra sobre pedra amontoadas de forma irregular. Ansiava encontrar Vander com vida. Para ter a honra de matá-lo.
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Era estranho saber que aquela ponte grandiosa e misteriosa servia como uma espécie de portal, talvez quem a criou não queria que viajantes pudessem enxergar aquele lugar e ao invés disso enxergar uma miragem de um gramado vazio e intocado; mais impressionante ainda foi a mudança repentina do tempo, subira a ponte ao por do sol e estava saindo dela numa alvorada. Lembrou-se das histórias de seu falecido avô, “Aquelas montanhas guardam segredos que o homem jamais deve conhecer.” “Que histórias Vô?” perguntava ainda criança, e ele nunca respondia. Encarou o que estava bem a sua frente e pensou que já tinha a resposta ou pelo menos parte dela.
Há alguns metros da ponte uma grande torre erguia-se, era maior que qualquer construção que o jovem já vira na vida. Uma torre cilíndrica feita de tijolos negros que alcançava até onde os olhos podiam ver, suas paredes estavam cercada de musgos e liquens dando ao negro uma aparência esverdeada. Além de alta, a torre era larga, tendo pelo menos uns duzentos metros de diâmetro. No meio de sua base um grande portão convidava para entrada, Vander fez com que Agro seguisse até ela.
Dentro daquela construção um largo corredor se estendia de um lado ao outro revelando uma saída à frente onde os raios de sol batiam. Enquanto passava pelo corredor de cada lado daquela imensa sala uma estátua se revelava, cada uma delas mais horrenda que a outra, eram enormes com cerca de quinze metros, esculpida em rocha pura, traziam consigo monstros com expressões de raiva, angústia ou medo.
Na outra extremidade da sala uma bancada de pedra descansava sob os leves raios de sol que passavam pelas pilastras negras da saída, foi ali que Vander depositou o corpo de Mono.
Seu vestido branco contrastava com a pedra negra ao seu redor, a luz fazia aparecer sua beleza adormecida.
O rapaz pôs-se de joelhos ao lado dela, entrelaçou os dedos em forma de reza.
-Deuses do vale pra lá das montanhas, escutem meu pedido, eu vim para...
Antes que pudesse terminar sua fala um grande tremor assolou o local, Agro relinchou e sobre as pilastras a luz começou a falhar, dando lugar ás sombras que giravam sobre suas cabeças. As sombras se juntaram formando uma silhueta, uma bizarra forma que misturava corpo de homem e cabeça de touro, estranhamente não tinha uma presença física, mais parecia com a sombra de uma criatura que se desprendeu do chão que era o lugar de sombras.
A sombra se moveu para frente do garoto, ficando de pé sobre a bancada de pedra logo acima de Mono. O rapaz tropeçou para trás enquanto sua égua continuava assustada.
A entidade sombria aproximou seu rosto para ver seu novo visitante.
-Quem você é criança? O que faz no templo da adoração? –sua voz era estridente e entrecortada, não era só uma pessoa falando, mas era como se um homem e uma mulher falassem ao mesmo tempo, aquilo arrepiou as costas de Vander.
- Eu vim para ... Fazer um pedido...
-Um pedido? –A entidade o examinou, e então desceu do pequeno altar, pareceu não reparar na jovem que estava sob ele. –Sim, sim, há séculos grandes cavaleiros vêm até mim para fazer pedidos, riqueza, vida eterna, poder... –A criatura gesticulava estranhamente enquanto falava. –Enfim, coisas fúteis que somente esses humanos desprezíveis têm como objetivo. Eles sempre vêm a mim e pedem “Ó deus do vale, atenda meu pedido.” Mal sabem que não sou deus coisa nenhuma sou um demônio preso aqui por toda eternidade. O que me diz depois disso hein criança?
-Não me interessa o que você é, me interessa saber se pode conceder meu pedido.
A entidade soltou uma grave e longa gargalhada.
-Logicamente que eu sou poderoso o suficiente para fazer qualquer coisa que quiser, mas o que eu ganharia em ajuda-lo humano tolo?
Vander puxou a espada da bainha e a apontou para entidade.
-Você ganha a chance de continuar vivo! –respondeu com rispidez.
A sombra estremeceu, não possuía face, mas era notável sua surpresa, encarava a espada erguida a sua direção.
-Essa é... Essa... –Sua voz perdeu o tom de arrogância. –Essa é a espada ancestral, onde conseguiu?
-Não importa onde consegui, eu quero que dê de volta a vida de Mono ou então eu tiro a sua.
A sombra olhou para trás e pareceu finalmente perceber a jovem sobre o altar.
-Então é disso que se trata...
Fez-se então um silencio cortante, só se ouvia o vento quente da manhã assoviando sobre as paredes. A entidade parecia estar pensando em alguma coisa.
-Façamos então um acordo. –disse quebrando o silêncio.
-Que tipo de acordo? –disse Vander erguendo ainda mais a espada.
-Há muito tempo atrás, o que seria gerações para vocês humanos, eu era uma das criaturas mais poderosas que existia, todos tremiam ao ouvir meu nome, Dornme, O terrível. –Enquanto falava com sua dupla voz, caminhava envolta do altar olhando para Mono como quem admira um prato de comida. –Eu era feroz e indomável, um tirano sobre os homens e até ordenei que construíssem esse templo para me adorarem, ah como os humanos são tolos. –soltou uma gargalhada. –Até que um dia eles se uniram com os deuses do vale e conspiraram contra mim, fui traído e preso dentro desse maldito templo e minha essência foi dividida e selada em sete partes. Vê essas esculturas em volta de você? Cada uma delas guarda um pouco de mim, cada uma representa um dos sete pecados capitais e é nelas que está guardado todo meu poder, poder esse que eu facilmente ressuscitaria esse humano fêmea.
Vander olhou para as grandes estatuas junto à parede.
-Então eu só tenho que destruí-las?
-Não! Isso é impossível dessa forma. Mas há um jeito, cada estátua dessas representa um ídolo dos deuses na terra proibida, os chamados Colossos. Se forem mortos, a estátua será destruída e eu recupero aos poucos minha força.
-Então você quer que eu mate esses tais ídolos para que você tenha poder para ressuscitá-la.
-Exatamente!
-Então onde posso encontra-los?
-Essa arma criança. A espada ancestral que foi presente dos deuses para os humanos para que estes pudessem ferir qualquer imortal, ela também pode lhe servir de bússola, aponte ela para o céu e verá que o reflexo da luz do sol lhe mostrará onde deve ir.
O rapaz embainhou a espada e se virou para Agro.
-Se é só isso que devo fazer, partirei agora.
-Não é tão simples assim criança, os ídolos são criaturas poderosas, cavaleiros muito mais experientes que você cederam a força deles. Você não é o primeiro a vir aqui por um desejo...
-Sou o primeiro a possuir essa espada.
-Talvez seu inimigo não lhe dê tempo de empunhá-la, o que seria um desperdício de uma arma tão rara.
-Sendo assim você ficaria eternamente preso aqui. –disse já montando em sua égua negra.
-Há um preço a se pagar humano! Cada ídolo que matar, isso SE conseguir matar será sua alma a próxima a ser dividida, um fardo que um mortal pode não suportar. Quer mesmo fazer tudo isso para salvar uma fêmea?
-Não tenho que argumentar com uma sombra o porquê das coisas que faço, e não temo mal algum a mim, pois uma parte de minha alma já foi dividida uma vez, e a metade dela dorme em cima desse altar, é essa parte que me importa agora. –dizendo Vander tocou em sua égua que imediatamente pôs-se a trote saindo da grande sala em direção a luz do sol.
Dornme ficou então mais uma vez sozinho com o corpo de Mono e os olhos das grandes estátuas a observá-lo. Aproximou-se do corpo e levou suas mãos escuras de sombra aos cabelos dela.
-Humano tolo. –recitou alegremente.
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FUI!!!


NÃOOOOOOOOOOOOOOO!
ResponderExcluirPAROU NA MELHOR PARTE!!! ;-;
Agora sim estou gostando do Vander! ٩(๑òωó๑)۶
Ele tá todo machão UHAUHAUAH!!! ∠( ᐛ 」∠)_
Será que esse Dornme é mesmo confiável?! :o
Amei o capitulo! (●´ㅂ`●)
Agora tenho que esperar a próxima quinta! _:(´□`」∠):_
*chora*
Kissus♥
Dornme: E o que eu ganho por isso?
ExcluirVander: A chance de ficar vivo...
É... ele ta bem "machão" mesmo, mas isso não é da personalidade dele, ele ta assim por Mono somente por ela, pois no fundo ele continua sendo ingênuo e inconsequente...
Bom, enquanto a Dornme, o tempo dirá se ele é confiável ou não...
Sabia... cof cof.. kkkkkkk gostei desse Dornme.. (gostei do noem tbm)... Vander tem que pensar.. ele está agindo por impulso.. muito amor isso..
ResponderExcluirTbm acho top os desenhos do começo...
ótimo ansiosa para o próximo
Quando estamos apaixonados fazemos cada coisa viu .... pensar não é muito o forte de Vander, ele é daquele que tomam a atitude e pronto. To preparando o próximo aqui, acho que será meu preferido até agora, espero que gostem tbm.
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